Nós adultos, no dia-a-dia, convivemos com as crianças e muitas das vezes nos deparamos com situações que não sabemos como agir e resolver. Um exemplo disso são suas perguntas sempre tão curiosas, com vários motivos, uma mais intrigante que a outra. Será que nós sabemos dar uma resposta certa a nossos pequenos? Ou tentamos ludibriá-los com respostas que não convencem.
Piaget trabalha com a Psicologia da Criança e nos fala da abundância das curiosidades. E de acordo com Piaget (1993): elas tem perguntas para tudo constroem o conhecimento criando e coordenando relações, modificando velhas idéias e não acumulando informações.
Os porquês de crianças, que são algo bem complexo; seus principais tipos de questionamentos. E entre esses porquês temos os de explicação causal, os de motivação e de justificação.
As curiosidades das crianças também se apresentam de outra maneira, não só através de “porquê”, mas também com o “como”, onde notaremos curiosidades de aspectos da realidade e da história, de ações humanas e regras, de classificação e de cálculos.
Será que nós educadores, formadores de consciência estamos construindo sujeitos curiosos e autônomos? Ou deixamos de lado a capacidade de refletir. E ai podemos também notar se na formação é uma autonomia moral e a intelectual, a relação adulto versos criança, as sanções entre elas de reciprocidade, o respeito unilateral e a moral heterônoma, o respeito mútuo e a moral autônoma.
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